Paz do Senhor a todos.
Ministrando a Palavra de
Deus, ontem, dia 24 de setembro de 2017, por ocasião da abertura da 1ª Semana
Pentecostal na sede de nossa igreja, que tem como tema, Efésios 5, 1: “SEDE,
pois, imitadores de Deus, como filhos amados;” Colocamos em exposição aos servos
de Deus que ali estavam uma abordagem bem interessante, vindo da parte de Deus.
Primeiro fizemos uma
contextualização dos fatos históricos e o motivo pelo qual Paulo teve a
preocupação em mandar essa carta a igreja em Éfeso.
Informamos que a carta foi
escrita enquanto Paulo estava preso em Roma, entre os anos 60 – 62. Neste mesmo
período, Paulo escreveu, ainda, as cartas de Filipenses, Colossenses e Filemon.
A cidade de Éfeso era muito conhecida naquela época pelo suntuoso templo
dedicado a Ártemis ou Diana, conhecida como deusa da fertilidade. Repassamos
ainda aos irmãos que a igreja passava por um período meio tortuoso quando
algumas doutrinas de fábulas foram inseridas dentro da igreja. Cerca de 30 anos
após sua fundação, em Ap 2, 1 – 7, o Ap João recebe uma carta a essa igreja,
onde Cristo indicava que as pessoas de lá tinham abandonado o primeiro amor.
Segundo o site www.dicio.com.br, a palavra imitar significa
“fazer ou esforçar-se por fazer exatamente o que faz uma
pessoa, reproduzir exatamente, tomar por modelo, assemelhar-se.” Quando Paulo relata a igreja em Éfeso que eles deveriam
imitar a Deus, estava falando algo que seria confirmado pelo escritor John
MacArthur em seus comentários na Bíblia que leva o seu nome que diz: “O
cristão não tem um chamado ou um propósito maior do que o de imitar o Senhor.”
Depois expomos 3 requisitos que o cristão tem
que ter para ser considerado um imitador de Deus:
1. NEGAR
A SI MESMO
Em Marcos 8, 34: “E chamando a si a multidão, com os seus
discípulos, disse-lhes: Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e
tome a sua cruz, e siga-me.” Como C. S. Lewis escreveu em Cristianismo
Puro e Simples: "A
verdadeira prova de que estamos na presença de Deus é que nos esquecemos
completamente de nós mesmos ou então nos vemos como objetos pequenos e sujos.”
Não venhamos a entender errado o que está dito aqui, mas compreender que o
autor nos fala sobre a nossa dependência total do Senhor.
2. AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS
Em Mateus 22, 37 e
38: “E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu
coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e
grande mandamento.” Devemos ter consciência que amar a Deus está acima até do amar a mim mesmo. Na primeira
epístola de João 4, 16, diz: “E nós conhecemos, e cremos no
amor que Deus nos tem. Deus é amor; e quem está em amor está em Deus, e Deus
nele.” Ai fica claro que o amor de Deus deve ser uma constante na vida
de um cristão e que este amor deve estar inserido no meu cotidiano, 24 horas
por dia, sem espaço para raivas, rancores e intrigas.
3. AMAR AO PRÓXIMO COMO A SI MESMO
No evangelho de
Jesus segundo escreveu Mateus 22, 39, complementando o tópico anterior, diz que: “E o segundo, semelhante a
este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” Sei que para algumas pessoas é difícil exercer este
mandamento, mas precisamos esquecer o que achamos para cumprir as determinações
do Senhor.
Algo desse texto que nos chama
a atenção é o fato de que tudo reflete em quem temos imitado? Quem nossos filhos
têm tido como referencial? A verdade é que nossos filhos nos têm como exemplo e
será que nós temos sido isso que eles esperam ou se nós não temos nos
preocupado com isso? Reflitamos nisso, pois somos, querendo ou não, um espelho
que deve refletir a Deus, em atitudes, em gestos e palavras pronunciadas.
Victor Souza dos Santos
Igreja Pentecostal Unidos por Amor a Cristo
Pastor e Capelão

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