Paz do Senhor,
Ao
meditar em uma das parábolas contadas pelo Senhor Jesus, fico
maravilhado pela forma como Ele tem a melhor maneira de nos fazer
pensar em nossas vidas. A parábola do Filho Pródigo, registrada na
Bíblia em Lucas 15, 11 até 32, é uma dessas que, mesmo já tendo
visto muitas pregações sobre ela, nos faz um comparativo da
narrativa com a realidade que vivemos.
Não
vou mencionar detalhes da leitura pois seria “encher linguiça”,
ou mesmo, pra tentar impressionar, mas graças a Deus, sou liberto
desse tipo de coisa e minhas postagens são diretas, sem muito
arrodeios. Quero me ater a uns detalhes que ministramos sobre esta
passagem, no dia do Culto que levava o título da parábola e demos
um tema a pregação: “5 atitudes do Pai do Filho Pródigo
que devemos ter na igreja.”
Antes mesmo de iniciarmos os tópicos, quero dar aos queridos
leitores o que significa “pródigo”: significa
gastador, esbanjador; então não pense que pródigo significa o fato
do jovem ter ido embora e depois voltado. Dando início aos tópicos:
1 –
DEMONSTRAÇÃO DE CARINHO (v. 20): O pai ao avistar o filho
retornando depois de sua devassa aventura, desatina qualquer
entendimento ou compreensão humana. Ao dá-lhe um abraço e um
beijo, o pai demonstra a todos os participantes do relato, bem como
aos leitores da narrativa, o quão é valiosa a demonstração de
carinho. O jovem retornava desacreditado de si mesmo e com essa
atitude ele sente o quanto é importante;
2 –
VESTIR-LHE A MELHOR ROUPA (v. 22): Com certeza, o rapaz tomou aquele
banho para vestir o seu novo vestuário e assim o pai lhe mostrou que
aceitou seu arrependimento e deu a ele roupas novas para mostrar aos
outros que ele nunca deixou de ser seu filho;
3 -
PÔR UM ANEL (v. 22): Ao tomar essa atitude o pai restabelece ao
jovem o “status” de filho, o qual ele pensava ter perdido quando
partiu para sua dissoluta façanha, ou seja, o pai restabeleceu sua
autoridade como filho;
4 –
SANDÁLIAS PARA OS PÉS (v. 22): O jovem, com certeza, gastara sua
vestimenta e seus calçados na sua viagem e com essa substituição o
pai deu a ele o entendimento que ele recuperou seu status de filho,
mas que não poderia perder o referencial de exemplo, seu pai;
5 –
FESTA (v. 23ss): Neste dia o pai mandou matar o melhor animal que
tinha para comemorar o retorno de seu filho que se perdera. Assim
Deus faz conosco quando nos perdemos em nossos achismos e nos
distanciamos, mesmo que temporariamente, da Sua presença. Não falo
só dos que saem da igreja, mas daqueles que são frequentadores da
igreja e estão distanciados do Pai. Pense nisso.
Victor Souza dos Santos
Pastor e Capelão
Igreja Pentecostal Unidos por Amor a Cristo

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